– E então eu fui embora vazia. Nada ali me pertencia. Nem braço, nem rosto, nem mão. Carreguei o que já levava. O adeus, sem pedido de retorno. “Fica mais, eu gostei de ter você”. O nada. Caminhei para longe dali, cheia de pernas, cheia de passos e suspiros fortes. Acabou aquilo que nunca existiu.