Não sei se foi o “não” bem grande que a minha mãe me disse quando levantei da cama 1h30 da manhã e avisei que ia sair. Não sei se foi o desejo de comer brigadeiro de panela. Não sei se foi a balada fustrante de quarta ou o carinha frustrante que estava nela. Também não sei se foi o saldo que só diminui, a mensalidade que só aumenta, o meu medo de ficar sozinha aos 30 anos ou o medo do que eu faria para não ficar sozinha aos 30 anos. Não sei. Pode ter sido a sua foto nova no facebook, ou a saudade da sua antiga, que era muito melhor. Pode né? Pode ter sido a pilha de críticas que eu recebi em menos de um dia “bota uma progressiva nesse cabelo! seja mais simpática! sorria mais! estude mais! economize mais!”, mas acho que foi porque esqueceram do: “Seja feliz… MAIS!”