Estou sempre encantada por pessoas que sugerem amor. Instantâneo, vitalício, irrestrito, restrito, de frente, de costas, no quarto, na cabeça, nas palavras, no papel, naquela música que toca aos sábados no vasquinho. Sempre sugerimos amor, sem necessariamente fazê-lo ou senti-lo. Temos apenas uma ideia do que ele é, ou do que um dia chegou perto de ser, nesse nosso eterno processo de gostar e desgostar uns dos outros.